segunda-feira, 2 de março de 2015

Elementos Básicos de Filosofia

Escrevi sobre o livro Elementos Básicos de Filosofia de Nigel Warburton na edição online da Revista SÁBADOAQUI.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Pensar de A a Z

Escrevi sobre o livro Pensar de A a Z de Nigel Warburton na edição online da Revista SÁBADO. AQUI.


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Janelas para a Filosofia

Escrevi sobre o livro Janelas para a Filosofia, de Aires Almeida e Desidério Murcho, na edição online da Revista SÁBADO. AQUI.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Preocupações ambientais em abundância

Muitos cientistas consideram que está a ocorrer um aquecimento global, causado pelos seres humanos, que terá provavelmente consequências muitos negativas, como por exemplo: uma subida significativa do nível do mar e consequentes inundações e até submersão de zonas costeiras baixas; desertificação de algumas regiões; aumento de cancros da pele e de doenças provocadas por mosquitos e outros insetos; etc.

Alguns cientistas contestam essa ideia, pelo que não há ainda consenso na comunidade científica acerca do assunto, sendo necessário fazer mais estudos. 

Contudo, mesmo que afinal não exista aquecimento global (pelo menos provocado pelos seres humanos), continuam a existir muitos problemas ambientais e muitos motivos de preocupação em relação ao futuro. Vejamos dois exemplos entre muitos outros.

Muitos materiais que atiramos para o lixo levam imenso tempo a decompor-se e desaparecer, ficando anos e anos a poluir a natureza. - Veja aqui alguns exemplos.

A poluição atmosférica tem contribuído para o aumento de diversas doenças, nomeadamente respiratórias. - Veja aqui alguns exemplos.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Vivemos num sítio que está a ficar feio

Animais em vias de extinção

poluição-do-ar

derrame petróleo

poluição da água

lixo na água

Poluição da água

Vivemos num lugar bonito

Apollo 11 98,000 nautical miles from Earth  A Terra vista do espaço.

A Terra vista da EEI

Vídeo com imensas belezas do planeta Terra, AQUI.

Bali na Indonésia Bali, Indonésia

paisagem bela

paisagem na argentina  Argentina

Sete Cidades  Açores

girafa e zebras Girafa e zebras

Panda gigante Panda Gigante

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Educação Ambiental: a Ecologia e as atitudes para a Sustentabilidade

 

INTRODUÇÃO


Até à segunda metade do século XX, considerávamos viver num planeta praticamente sem limites, onde as consequências das atividades humanas ficavam localmente compartimentadas. No entanto, essas fronteiras, consideradas imutáveis, começaram-se a enfraquecer durante as últimas décadas e muitos problemas adquiriram um carácter global. A sociedade contemporânea confronta-se com uma situação de limite, na qual o crescimento da população, o sobre consumo, as alterações das condições climatéricas, a degradação ambiental e as novas desigualdades sociais são agravados pelo facto de vivermos num planeta limitado em termos de recursos e de espaço. Neste contexto, torna-se imprescindível uma alteração na percepção dos valores e das atitudes face ao ambiente de modo a estimular nos cidadãos uma consciencialização profunda e duradoura destes problemas, reequacionando-os numa perspectiva de Sustentabilidade. A forma como se percepciona o ambiente, os seus problemas e até mesmo o papel da espécie humana no mundo natural, pode estar relacionada com a visão que se tem de Ciência. Salienta-se que ao longo dos anos, o entendimento da natureza da Ciência sofreu algumas alterações e atualmente, entende-se a Ciência como parte inseparável da cultura humana, influenciando-a ao mesmo tempo que é influenciada por ela. É no campo da Nova Filosofia da Ciência que se insere esta visão de Ciência. Tal como a Epistemologia, a Didática das Ciências é também, parte integrante da Educação em Ciência e do seu quadro destaca-se uma perspectiva de aprendizagem que defende a construção ativa do conhecimento pelo sujeito ao longo de um processo social e culturalmente mediado. Conjuntamente defende-se uma perspectiva de ensino marcada por uma visão de Ciência de sentido externalista que recorre aos saberes do dia-a-dia dos alunos para ponto de partida
de todo o processo de aprendizagem e ao longo do qual, cabe ao professor o papel de mediador, proporcionando aos alunos as situações adequadas ao desenvolvimento de competências, bem como à construção de conhecimentos, valores e atitudes. Neste sentido, a escola pode funcionar também, como motor de mobilização da sociedade através dos alunos, das suas famílias e da restante comunidade educativa. Ajudando desta forma, à mudança de valores e à adopção Educação Ambiental: a Ecologia e as atitudes para a Sustentabilidade de comportamentos mais responsáveis tomando consciência das consequências para o ambiente das atitudes assumidas. Desde a década de 70 e ainda mais cedo, nos últimos anos da década de 60 que a nível mundial se tentam promover estratégias educativas dirigidas à
conservação e proteção do ambiente. Ao longo dos anos a educação ambiental foi ampliando os seus horizontes, apresentando-se atualmente como a melhor alternativa para a formação de uma sociedade baseada no conhecimento, respeitadora dos direitos humanos e ambientais e detentora de cultura, de cidadania e de participação cívica ativa. Os educadores, qualquer que seja o seu campo específico de trabalho, devem contribuir para tornar possível a participação cívica de todos os cidadãos na procura de soluções, ou seja, é necessário ajudar as crianças e os jovens a usarem os conhecimentos científicos de forma a compreenderem os assuntos que são debatidos na sociedade e a tomarem decisões adequadas, ajudando-os a adoptarem atitudes e valores relacionados com a consciencialização pessoal e social, visando uma educação para a cidadania. Ler mais em 
http://www.fc.up.pt/fcup/contactos/teses/t_050370130.pdf

Desenvolvimento sustentável

Meio Ambiente e Consciência Ambiental

Educação Ambiental e Sustentabilidade

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A sociedade portuguesa e a interculturalidade

Possuindo Portugal desde sempre uma tradição de contactos entre povos de várias etnias, embora prevalentemente fora do espaço europeu, o modo como a sociedade portuguesa avaliará a existência de comunidades de diferentes proveniências no seu seio apresenta peculiaridades comparativamente a outros países do continente.
A existência de comunidades africanas e asiáticas na sociedade portuguesa é determinada, em parte, pelo regresso maciço de naturais dos novos países de língua oficial portuguesa e, sobretudo, pelos contínuos fluxos de mão-de-obra oriundos daqueles espaços para Portugal verificados durante a décadade 80 .
Sucedendo porventura algo semelhante àquilo que ocorrera com as formas
de partida dos migrantes portugueses para França desde a década de 60, assim
a comunidade africana em Portugal dos anos 80 e 90 procurará este destino por
via da existência de redes de interação e da notória vantagem que constitui
a partilha de um veículo linguístico comum. Colocando, de modo omnipresente, em função do contacto entre sociedades diferentes, a questão do afinamento de formas mútuas de relacionamento, será pertinente observar os tipos de convivência que os indivíduos e os grupos entretecem. As expectativas que se constroem, os valores que se perfilam, a grande comunicação que se estabelece ou a rejeição que pode vir a manifestar-se são indicadores, em cada momento, do «estado»das relações interétnicas.

Ler mais em:http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223292775S5wUL0ix4Wv26XQ7.pdf

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Conceito de Interculturalidade

Conceito de interculturalidade

A interculturalidade tem lugar quando duas ou mais culturas entram em interação de uma forma horizontal e sinérgica. Para tal, nenhum dos grupos se deve encontrar acima de qualquer outro que seja, favorecendo assim a integração e a convivência das pessoas.
Este tipo de relações interculturais implica ter respeito pela diversidade; embora, por razões óbvias, o aparecimento de conflitos seja inevitável e imprevisível, podem ser resolvidos através do respeito, do diálogo e da concertação/assertividade.
Apesar de a interculturalidade ser um conceito recém-desenvolvido, não foram poucos os investigadores da comunicação, da antropologia, da sociologia e do marketing que já se debruçaram no mesmo. A noção distingue-se do multiculturalismo e do pluralismo pela sua intenção direta de fomentar o diálogo e a relação entre culturas.
Há que ter em conta que a interculturalidade depende de diversos factores, como é o caso das várias concepções de cultura, dos obstáculos comunicativos, da falta/debilidade de políticas governamentais, das hierarquias sociais e das diferenças económicas.

Interculturalidade

O conceito de interculturalidade tem uma forte relação com o de educação, ambos uma necessidade e exigência da sociedade atual. A complexidade e multiculturalidade são fenómenos intrinsecamente ligados ao mundo dos dias de hoje, onde globalização, migração, minorias e tentativas de hegemonia são realidades efetivas. A interculturalidade passa pois pelo desafio lançado pela globalização e suas implicações étnicas e culturais. Identidade, homegeneidade e diversidade são os eixos definidores da interculturalidade, que tem na educação e suas instituições e agentes os meios de desenvolvimento. Os valores são os da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da igualdade, tolerância, educação multicultural. A interculturalidade visa assim não apenas a formação mas também a integração dos grupos no todo social, perante o individualismo e a cultura consumista e imediatista da globalização. A interculturalidade pressupõe a educação democrática, a transnacionalidade da mesma e a superação dos hermetismos sociais do Estado-Nação, bem como a oposição à supremacia de culturas sobre outras.
A cidadania global, a educação e a sociedade em fusão, são os valores transversais da interculturalidade social do mundo de hoje, que se pretende integradora, equitativa, justa, responsável e solidária, de modo a manter as diferenças sem subalternizações nem sobreposições e intolerâncias. A interculturalidade é assim um dos instrumentos de amenização e refundação da sociedade moderna na senda da globalização. Ou está para além do materialismo político-económico: uma globalização de valores, de cultura, de formação, de identidades e de cidadania plena.
Como referenciar este artigo:
interculturalidade. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-11-28].